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Goldman Sachs estima soja a US$ 16 nos próximos três meses

SEM LEGENDA

O banco Goldman Sachs aumentou suas estimativas para os preços do milho e da soja na Bolsa de Chicago para os próximos três meses.

Para a oleginosa, a previsão aumentou de US$ 15 para US$ 16 por bushel. Segundo informações do banco, a safra mais propensa a permanecer em déficit em 2011/12 devido à forte demanda e à perda de acres para o milho e o algodão.

No caso do milho, a estimativa foi ajustada de US$ 6,20 para US$ 7,15 por bushel. O Goldman Sachs afirma que, apesar das condições climáticas nos EUA sinalizarem um recuo das cotações, qualquer problema ligado ao clima pode impulsionar o cereal e deixar o mercado vulnerável à volatilidade.

O banco aposta ainda em uma forte recuperação da demanda japonesa. Além disso, a instituição chama a atenção também para o fato do crescimento da produção norte-americana da etanol e também dos contínuos rumores sobre importações de milho por parte da China.

Nesta terça-feira, os futuros da soja encerraram o pregão noturno em leve alta. Às vésperas dos números do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos), o mercado continua sem novidade e caminhando de lado. O milho segue a mesma tendência. 

Já no início da sessão diurna, os preços operavam com alta de dois dígitos. Por volta de 12h15 (horário de Brasília), o mercado já registrava um avanço de mais de 15 pontos.

 




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